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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Lula que espero ver‏

Se Lula tivesse sido um estadista na presidencia, talvez não existisse tanta animosidade contra ele. Em vez de buscar conciliação, fez o contrário. Sempre que pode procurou acirrar os ânimos, jogando ricos contra pobres, norte contra sul, brasileiros de olhos azuis contra os de olhos castanhos, e por aí vai. Coisa de quem não superou seus próprios recalques. Seu partido, visto por ele, claro, era puro, não compactuava com a corrupção, etc. Hoje, os fatos o desmentem com sobra. A doença de Lula não deveria servir para esse tipo de “vendeta”, pois todos estamos sujeitos a adoecer, e a compaixão deve pre[vale]cer sempre. Como político Lula me decepcionou enormemente, apenas isso. No entanto, muitas pessoas não vêem as coisas assim. Espero que o Lula que emergirá desta sua luta seja um outro Lula, mais humilde, menos egocêntrico e, se possível, conciliador.

De um leitor do blogue do Noblat

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