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Deu em Fernando Gabeira
Leio na coluna do Anselmo Goes, uma nota enviada por Marceu Vieira, informando que o ditador líbio Muamar Kadafi tem R$1,2 bilhão investidos no Brasil.
Os investimentos são na Bahia, Vale do Salitre, onde a família Kadafi pretende produzir alimento. Ainda segundo a nota, a Lafico (Lybian Arab Foreign Investiments) está associada à Odebrecht no Codeverde, Consórcio do Vale do do Rio Verde.
Kadafi investe também no Brasil e Venezuela
A notícia mostra a coerência de Kadafi porque a tática dos líbios também na Vanezuela é investir, entre outras coisas, em terras e produção de alimentos.
Com o bloqueio das contas de Kadafi e a crise em que mergulhou a Líbia, o que acontecerá com os investimentos no Brasil? Qual seria o estatuto legal desse dinheiro aplicado aqui?
Em outros lugares do mundo, o tema seria objeto de uma audiência pública no Congresso.
O nosso não deu importância à crise nos países árabes muito menos à guerra civil instalada na Líbia.
Quando menciono a necessidade de precisar o futuro desse dinheiro, não significa nenhuma condenação. A família Kadafi investiu no Financial Times, possui parte das ações do Juventus, time de futebol da Itália, e foi incensada pelo London School of Economics.
No momento, cada um dos sócios explica como ficará a parceria.
O Financial Times, por exemplo, congelou a participação líbia, mas o Juventus não decidiu o que fará.
O Brasil está cada vez mais dentro do mundo globalizado, mas o Congresso finge ignorar.
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