Deu no Estado de São Paulo
O PMDB decidiu ficar na moita para preservar o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Pressionado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que mandava na direção de Furnas Centrais Elétricas – e viu o comando da estatal fugir de suas mãos, por decisão da presidente, Henrique Alves atritou-se não só com Dilma, mas também com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
A ponto de dizer a Lobão que não aceitava a indicação de Flávio Decat para a presidência de Furnas.
Acontece que Henrique Alves é o nome do partido para ocupar a presidência da Câmara de 2013 a 2015, no sistema de rodízio com o PT.
Se continuasse se desgastando por causa da disputa por cargos dos ministérios e do segundo escalão, não teria nenhuma condição se candidatar.
Numa conversa com Temer, foi aconselhado a mudar de tática.
Deu certo.
Henrique Alves acabou por levar o PMDB da Câmara a dar os 77 votos a favor do salário mínimo de R$ 545, voltando a cair nas graças da presidente, com quem conversou descontraidamente na quarta-feira, num papo recheado por brincadeiras.
Nenhum comentário:
Postar um comentário